É um erro pensar que Israel é uma compensação pelo Holocausto, diz Rivlin

O Holocausto não foi o início da história do povo judeu e “não há erro maior” do que pensar que o Estado de Israel é “algum tipo de compensação” para ele, afirmou o presidente Reuven Rivlin na solenidade de Yom Hashoá no Yad Vashem.

“Viemos de Auschwitz, mas não por causa de Auschwitz. Não podemos deixar que os pogroms e a fumaça dos crematórios nos ceguem ou desfoquem nossas habilidades para reconhecer nosso passado, nossa identidade, nossa herança – que são mais fortes do que aqueles que desejam nos destruir”. Ele descreveu o Holocausto como “o nosso ponto mais baixo”, mas advertiu que os judeus devem se lembrar de que a jornada de seu povo não começa nos campos de concentração, e sim na Terra de Israel e “é para cá que ele sempre se esforçou para voltar”. “O Estado de Israel não é uma compensação para o Holocausto”, continuou ele, acrescentando que ele foi estabelecido “a partir do amor e saudade pela antiga terra natal, por força de um sonho que se tornou realidade, e não por medo de extinção ou por ódio ao outro”. Ao mesmo tempo em que Israel tem os olhos abertos e não vai “menosprezar qualquer ameaça”, nem “se render”, os israelenses não estão com medo, asseverou. “O horror do passado e as ameaças do presente não ditarão nossas vidas nem moldarão a vida dos nossos filhos”.

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