Somos todos Aylan!

Em artigo publicado no jornal O Globo de 21 de setembro, Osias Wurman analisa a dramática crise dos refugiados da Síria que buscam a Europa como porto seguro. “Milhares têm morrido na travessia dos oceanos, mas não podemos esquecer que mais de 250 mil sírios já foram mortos em seu próprio país, numa guerra deplorável e fratricida.”

O cônsul honorário de Israel no Rio de Janeiro pondera porque os refugiados não buscam abrigo nos países árabes vizinhos, com os quais tem mais em comum do que com os europeus e considera que seria por “acreditarem mais nos valores democráticos do mundo ocidental do que nos governos monárquicos, demagógicos ou belicistas do mundo árabe que os circunda.”

No entanto, alerta para a necessidade de não perde o foco. É preciso atacar a causa desta megatragédia, diz Ozias: “o interminável conflito na Síria. Enquanto as grandes potências não acordarem sobre um futuro de paz e convivência para a devastada realidade na Síria, outrora um país estável, laico e acolhedor, o drama dos refugiados só tende a se agravar.”

E conclui: “Enquanto a crise não arrefece, nossos corações exclamam: somos todos Aylan!”

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