Crise e Paranoia estimulam o crescimento do neonazismo no Brasil, diz pesquisadora da Unicamp

POR KAROL PINHEIRO

“Mais coragem para o nosso sangue vienense, estrangeiros demais não fazem bem a ninguém”. O slogan do FPÖ (Partido da Liberdade da Áustria) para a corrida eleitoral à presidência da Áustria, em 2016, flagrantemente flertava com o vocabulário nazista, que enfatiza a pureza da raça.

O discurso do partido fundado por ex-nazistas conquistou os eleitores austríacos e por muito pouco (exatos 31.026 votos), o candidato Nobert Hofer não venceu a corrida presidencial. Ainda que no segundo turno o FPÖ tenha perdido a eleição, a ascensão de um partido que desde sua criação vivia nas sombras foi um incentivo a mais para outras formações que se movem no mesmo espectro e que têm crescido no mundo inteiro.

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