“A força da intolerância”

O medo de novos ataques a terreiros de Umbanda e Candomblé do Rio e da Baixada levou pais e mães de santo a reduzirem as atividades abertas ao público. Eles também deixaram de trabalhar à noite e alguns cancelaram até rituais em praias e cachoeiras, alterando tradições religiosas. Para quem acha essa preocupação exagerada, a Secretaria Estadual de Direitos Humanos tem números da barbárie: de agosto até o início deste mês, foram 42 casos — 91% contra religiões de matriz africana. A Baixada reúne o maior número de agressões, e Nova Iguaçu é a cidade com a situação mais grave. O Rio lidera o ranking nacional desse tipo de crime.

Ancelmo Gois – O Globo

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