Islamismo é um termo criado por quem defende a sharia, diz escritora perseguida pelo Islã

Em entrevista ao jornal O Globo, a escritora Ayaan Hirsi Ali analisa o fundamentalismo islâmico e fala da necessidade de mudanças também dos ocidentais em relação ao Islã. Segundo ela a situação das mulheres não melhorou, há uma piora com a implantação do Islã radical, o que mudou é a existência de mais mulheres ativistas no Oriente Médio e em alguns países. “Somos ensinados que a violência por causa de Alá é obrigação”, disse, revelando que a propaganda do Estado Islâmico afirma que o profeta agia como eles. Outra característica que destaca é maior preocupação com a morte do que com a vida, o que, segundo ela, precisa mudar. Leia alguns trechos no blog de Rodrigo Constantino, da Veja, em:

http://veja.abril.com.br/blog/

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