O ativismo feminino na B’nai B’rith Brasil

A celebração do Dia Internacional da Mulher, hoje em 8 de março, teve início em 1909. A ideia de criar esta data surgiu no contexto da luta das mulheres por melhores condições de vida e de trabalho e pelo direito ao voto.

Na B’nai B’rith do Brasil, cujas atividades tiveram início em 1932 em São Paulo, as mulheres sempre desempenharam relevante papel, através de ações em prol da justiça social – TZEDAKÁ, um dos pilares da instituição.

No início da década de 30, senhoras como Antonieta Feffer, Fanny e Guita Mindlin, respectivamente mãe e esposa do Dr. José Mindlin, fizeram parte do Depto. Feminino do qual nasceu a Gota de Leite B’nai B’rith, que após diversas fusões deu origem à Unibes – União Israelita do Bem Estar Social.

Em 1968, criou-se a Loja Bandeirantes, em São Paulo. A escolha do nome deveu-se ao fato de que foram iniciados os casais, homens e mulheres com os mesmos diretos e deveres.

Na instituição, com tenacidade e perseverança as mulheres conquistaram seu espaço, passando a ocupar todos os cargos de diretoria das Lojas, inclusive a presidência, atuando fortemente na área de Direitos Humanos.

Depois a presidência da B’nai B’rith São Paulo, com Gisele Valdstein, Adélia Tulman Cabílio e atualmente Zeila Sliozbergas. Na B’nai B’rith , do Paraná, a saudosa Ester Proveller realizou um excelente trabalho, Finalmente a da B’nai B’rith Brasil, no início do século 21, com Edda Bergmann tornou-se o segundo Distrito da B’nai B’rith Internacinal a ser dirigido por uma mulher. Anteriormente apenas em Israel mulher havia conquistado este importante posto.

Hoje homens e mulheres atuam conjuntamente nas diversas áreas da entidade, em prol de um País melhor para todos.

Lia Regina Bergmann
B’nai B’rith SP

Veja também

Você está convidado(a)! Reserve a data e seja muito bem vindo(a)!

Relacionado