Em carta publicada no próprio Estadão, o nosso presidente, Abraham Goldstein, saudou a análise de Leirner, destacando a importância de distinguir a queda de tiranos do sofrimento humano

Recentemente, as páginas do jornal O Estado de S. Paulo trouxeram uma reflexão profunda e necessária sobre a realidade do regime iraniano e o clamor de seu povo por dignidade.

O artigo “Guernica em Teerã”, escrito pela renomada jornalista e crítica de arte Sheila Leirner, ecoou fortemente em nossa comunidade. O texto não apenas analisa a geopolítica, mas coloca o debate no terreno onde ele realmente pertence: o ético.

Repercussão na B’nai B’rith do Brasil

Em carta publicada no próprio Estadão, o nosso presidente, Abraham Goldstein, saudou a análise de Leirner, destacando a importância de distinguir a queda de tiranos do sofrimento humano:

“O artigo Guernica em Teerã, de Sheila Leirner (4/3, A4), ilumina a realidade do regime iraniano e o drama de seu povo. Ao distinguir a queda de um tirano do sofrimento de quem vive sob ele, a autora recoloca o debate no terreno ético. A B’nai B’rith do Brasil saúda a reflexão e reafirma solidariedade aos que lutam por liberdade e dignidade no Irã.”Abraham Goldstein, Presidente da B’nai B’rith do Brasil.


Um breve destaque do artigo original:

No texto, Sheila Leirner utiliza a metáfora da obra-prima de Picasso para ilustrar o drama atual:

“A história da arte oferece uma metáfora luminosa. Em Guernica, de Pablo Picasso, não há tratados jurídicos. Há corpos dilacerados. […] A pergunta decisiva não é geopolítica. É moral: quando a ideia entra em conflito com a vida, o que escolhemos salvar?”


Leia o artigo na íntegra

Convidamos você a ler o conteúdo completo diretamente no portal do Estadão e se aprofundar nesta análise vital para os nossos tempos.

👉 CLIQUE AQUI PARA LER O ARTIGO NO ESTADÃO

Em carta publicada no próprio Estadão, o nosso presidente, Abraham Goldstein, saudou a análise de Leirner, destacando a importância de distinguir a queda de tiranos do sofrimento humano