Comunidades judaicas temem aumento do antissemitismo

Em apenas uma semana, no mês passado, de acordo com Crif, a entidade teto das organizações judaicas da França, oito sinagogas foram atacadas.

Na Alemanha no mês passado, coquetéis molotov foram arremessados na sinagoga Bergischer em Wuppertal – destruída na Kristallnacht – um imã de Berlim, Abu Ismail Bilal, clamou a Deus para matar os judeus sionistas, um judeu idoso foi espancado e protestos com slogans como: um comício “Hamas, Hamas, os judeus para o gás”, foram alguns dos incidentes antissemitas.

Em toda a Europa, o conflito em Gaza deu nova vida a velhos demônios.

É perceptível o aumento do antissemitismo sempre que a violência eclode entre israelenses e palestinos. Mas desta vez parece que foi ainda mais sério.

“Estes são os piores momentos desde o período nazista,” disse Dieter Graumann, presidente do Conselho Central dos Judeus da Alemanha, ao The Guardian. . “Nas ruas, ouvir coisas como ‘Os judeus devem ser gaseados’, ‘Os judeus devem ser queimados’ – não temos isso na Alemanha há décadas. Alguém diz que esses slogans não são criticas a política israelense, é puro ódio contra os judeus: nada mais. E não é apenas um fenômeno alemão. É um surto de ódio contra os judeus tão intenso, que é muito claro.” (The Guardian, 7 August 2014). Leia a íntegra em: www.theguardian.com

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