Brasileiro aproxima judeus e árabes através do jiu-jítsu

Para o brasileiro Marcos Gorinstein, de 35 anos, o caminho para a paz entre árabes e israelenses passa pela via marcial. O treinador acredita que o contato físico entre ambos durante luta de jiu-jítsu pode ajudá-los a se conhecer e, assim, evitar a violência. É esse projeto que o carioca está desenvolvendo em uma escola de Jerusalém, ao ensinar jiu-jítsu para crianças árabes e israelenses, estimulando a interação entre grupos que os extremistas gostariam de ver separados.

Gorinstein imigrou para Israel em 2010, e acredita que quando começarem a conversar, as duas partes perceberão que não são tão diferentes assim. Não à toa suas classes de jiu-jítsu, que contam com 20 alunos, são realizadas na escola bilíngue (árabe e hebraico) “Hand in Hand”, que adota um projeto pedagógico na mesma abordagem, ensinando às crianças as duas narrativas do conflito.

 

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