B’nai B’rith condena ONU por ultrajante descaracterização da onda de terror em Israel

14 de outubro de 2015 — B’nai B’rith Internacional emitiu a seguinte declaração:

A B’nai B’rith condena a declaração ultrajante do porta-voz da ONU Stéphane Dujarric caracterizando a resposta totalmente contida de Israel em relação a atual onda de terrorismo palestino, como um “aparente uso excessivo da força” e indicando que o Secretário-Geral Ban Ki-moon iria querer uma “séria revisão” das medidas defensivas israelenses, em um dia no qual três israelenses inocentes foram assassinados, em Jerusalém. Referindo-se a “atos de terror que já vimos em Israel e na Palestina,” o porta-voz da ONU abertamente e de forma imperdoável deturpou uma situação em que apenas uma população está sendo atacada por facas, veículos e tentativa de atentados-suicidas: civis israelenses.

Dujarric declarou que o “aparente uso excessivo da força” pelas forças de segurança israelenses também é preocupante e exige revisão séria, assim como só serve para agravar a situação, “levando a um ciclo vicioso de desnecessário derramamento de sangue.” Ele atribuiu a violência a frustrações “costuradas pela longa ocupação” e “a falta de um horizonte político”. Nenhuma menção foi feita, no entanto, ao incitamento aberto dos funcionários palestinos que está diretamente relacionado com o aumento das hostilidades. O Presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas tem incitado pessoalmente a população palestina ao espalhar mentiras sobre as intenções dos israelenses sobre o Monte do Templo, em Jerusalém.

A perspectiva distorcida da ONU sobre a crise em Israel fala para um túmulo, desconectada da realidade e de qualquer oportunidade de desempenhar um papel estabilizador na região. Se esta é a resposta internacional agora, enquanto civis israelenses são mutilados e abatidos diariamente sem nenhuma provocação, podemos imaginar quão previsivelmente injusta será uma vez que Israel seja novamente forçado a adotar medidas mais assertivas de combate ao terrorismo, do modo como qualquer outro país faria sob tão deploráveis circunstâncias.

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