ATÉ QUANDO?

 

Mais uma vez tomamos conhecimento de um ataque terrorista covarde contra uma israelense. A jovem Ori Ansbacher, de 19 anos, foi estuprada, esfaqueada e brutalmente assassinada por Arafat Irfaiya, um Palestino de 29 anos.

O fato, nefasto e repugnante por si só, nos causa ainda mais indignação quando vemos ser a motivação ideológica calcada nos ensinamentos de ódio que boa parte das crianças palestinas recebe desde a tenra infância, tanto nas escolas como em suas casas, colocando o israelense como força do mal.

A lavagem cerebral é tão grande que chega a paralisar a mente de boa parte da nova geração palestina, causando uma falta de consciência sobre o que é certo e o que é errado para uma convivência harmoniosa e construtiva em sociedade.

Dirigentes, políticos e religiosos, tanto da Autoridade Palestina como do Hamas, incluindo de entidades internacionais, financiam o ensino de ódio praticado nas escolas. Deve-se dar um basta a isso! Não se vê o que ocorre também no coração da Europa?

Dirigentes de países europeus, dos Estados Unidos e outros reuniram-se em Varsóvia na semana passada com o objetivo de encontrar alternativas para a PAZ no Oriente Médio. O Irã anunciou que as chances de conflito com Israel aumentaram pois, ao confirmar que está na Síria e no Líbano, alega estar ajudando a defender a soberania destes territórios.

Países árabes e/ou muçulmanos dão indícios de que desejam estabelecer relações diplomáticas com Israel. Populações destes países, que foram, longamente, educadas para odiar os judeus e Israel, reagem.

Repudiamos, veementemente, o ódio que causa as irracionais barbáries como a de Ori e outras também praticadas de tempo em tempo.

Não podemos tolerar tais fatos. Até quando? Para dar um basta, além de ações mais severas para coibir, o mundo deve mobilizar-se para que tanto o governo palestino como lideres religiosos muçulmanos e ainda alguns países, como o Irã, tenham o foco na educação equilibrada com informações verdadeiras, desde a entrada da criança num centro educacional.

Urge que iniciativas como a rede de escolas “Hand in Hand”, por exemplo, onde alunos israelenses e árabes estudam juntos, se propaguem com força e rapidez para que casos brutais, revoltantes e extremamente tristes não voltem nunca mais a ocorrer.

Abraham Goldstein
Presidente da B´nai B´rith do Brasil

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