👇Clique para os próximos eventos

ATÉ QUANDO?

 

Mais uma vez tomamos conhecimento de um ataque terrorista covarde contra uma israelense. A jovem Ori Ansbacher, de 19 anos, foi estuprada, esfaqueada e brutalmente assassinada por Arafat Irfaiya, um Palestino de 29 anos.

O fato, nefasto e repugnante por si só, nos causa ainda mais indignação quando vemos ser a motivação ideológica calcada nos ensinamentos de ódio que boa parte das crianças palestinas recebe desde a tenra infância, tanto nas escolas como em suas casas, colocando o israelense como força do mal.

A lavagem cerebral é tão grande que chega a paralisar a mente de boa parte da nova geração palestina, causando uma falta de consciência sobre o que é certo e o que é errado para uma convivência harmoniosa e construtiva em sociedade.

Dirigentes, políticos e religiosos, tanto da Autoridade Palestina como do Hamas, incluindo de entidades internacionais, financiam o ensino de ódio praticado nas escolas. Deve-se dar um basta a isso! Não se vê o que ocorre também no coração da Europa?

Dirigentes de países europeus, dos Estados Unidos e outros reuniram-se em Varsóvia na semana passada com o objetivo de encontrar alternativas para a PAZ no Oriente Médio. O Irã anunciou que as chances de conflito com Israel aumentaram pois, ao confirmar que está na Síria e no Líbano, alega estar ajudando a defender a soberania destes territórios.

Países árabes e/ou muçulmanos dão indícios de que desejam estabelecer relações diplomáticas com Israel. Populações destes países, que foram, longamente, educadas para odiar os judeus e Israel, reagem.

Repudiamos, veementemente, o ódio que causa as irracionais barbáries como a de Ori e outras também praticadas de tempo em tempo.

Não podemos tolerar tais fatos. Até quando? Para dar um basta, além de ações mais severas para coibir, o mundo deve mobilizar-se para que tanto o governo palestino como lideres religiosos muçulmanos e ainda alguns países, como o Irã, tenham o foco na educação equilibrada com informações verdadeiras, desde a entrada da criança num centro educacional.

Urge que iniciativas como a rede de escolas “Hand in Hand”, por exemplo, onde alunos israelenses e árabes estudam juntos, se propaguem com força e rapidez para que casos brutais, revoltantes e extremamente tristes não voltem nunca mais a ocorrer.

Abraham Goldstein
Presidente da B´nai B´rith do Brasil

Veja também

Formatura da primeira turma do curso do Projeto SeConheSer realizado na B’nai B’rith

Formatura da primeira turma do curso realizado na B’nai B’rith do Projeto SeConheSer Encerramos o …