André Lajst fala em Curitiba sobre o processo de paz no Oriente Médio

“Dilemas no processo de Paz entre israelenses e palestinos” foi o tema da conversa do cientista político André Lajst com jovens em Curitiba, no último dia 12 de junho, em evento promovido pela B’nai B’rith Paraná, Federação Israelita do Paraná, Comunidade Israelita e Keren Hayesod.

Lajst, que é diretor-executivo da StandWithUs Brasil e pesquisador de contraterrorismo e segurança nacional, falou com vários públicos sobre a questão israelo-palestina. Primeiramente, para 240 alunos e 15 professores do Colégio Estadual Yvone Pimentel. Depois, para 65 estudantes do Centro Universitário Leonardo Da Vinci. No final da tarde, ele se encontrou com jovens da comunidade judaica e, à noite, a palestra foi aberta para toda a comunidade.

Foco na #Educação

“O caminho da paz tem como foco a educação”, disse André Lajst. Para ele, quanto mais informações sobre o assunto, menos radical a pessoa será. “Educar sobre a história do #OrienteMédio, a formação do Estado de #Israel e as diferentes vertentes políticas existentes dão um conteúdo acadêmico”, observou ele, acrescentando que seu trabalho se desenvolve com seminários, palestras e, em paralelo, nos contatos com a mídia.

Em sua palestra, abordou as diferentes formas de antissemitismo através dos tempos. “Antes, era o povo judeu o visado; mas, agora, é o Estado de Israel. O antissemitismo é cíclico. E hoje ele está voltado contra Israel, que sempre é acusado por questões de segurança”, explicou Lajst.

Ele também destacou que hoje o conflito árabe-israelense terminou, mas persiste o conflito palestino-israelense. Mudou bastante o panorama do relacionamento de Israel com países os árabes. Há acordos de paz com o Egito e a Jordânia, entendimentos ou conversações com o Bahrein, os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita, sendo que, recentemente, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu visitou Omã e o Chade.

Antissionismo é antissemitismo

“O antissionismo é uma forma de antissemitismo”, afirmou o diretor do StandWithUs Brasil, notando que “é preciso ter conhecimento para poder debater e defender Israel a fim de que seja tratado de forma igualitária, sem a visão deturpada que lançam sobre o país”. Ele se referiu também a histórias espalhadas por certos jornalistas e acadêmicos, principais fontes de disseminação de informações falsas no mundo sobre Israel.

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