B’nai B’rith condena Nações Unidas por adotar mais dez Resoluções contra Israel

Membros da Assembleia Geral da ONU reuniram-se ontem (8/11) na comissão para votar em várias resoluções partidárias alegando que o Estado de Israel viola os direitos humanos dos palestinos.

Uma resolução reflete duas que a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) aprovou em outubro. Este movimento ignora os laços judaicos com o Monte do Templo e refere-se ao histórico local sagrado por seu nome árabe, “Haram Al-Sharif”. Usar nomes árabes, ao omitir os judeus tradicionais, é uma tentativa de reclassificar o Monte do Templo como um templo islâmico. É para apagar a histórica conexão judaica com eo local sagrado.

B’nai B’rith agiu ativamente em defesa de Israel, contra essa politização ofensiva e como as Nações Unidas e seus vários organismos foram explorados para negar os laços históricos judaicos aos locais sagrados em Jerusalém e em outros lugares na pátria ancestral dos judeus. A ONU, mais uma vez, escolheu a única nação democrática no Oriente Médio para difamá-la, e essas resoluções fazem parte de um movimento maior para deslegitimar ou isolar o Estado Judeu.

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